Gulpilhares na rota do desenvolvimento
Numa circular divulgada pela Junta de Freguesia de Gulpilhares, o presidente Alcino Lopes torna públicas algumas das intervenções feitas pelos seus executivos, ao longo dos anos a que preside à autarquia.
26 de Fevereiro: O presidente considera que "a democracia não tem evoluído no que respeita à transferência de competências das Câmaras para as Juntas de Freguesia", mas, apesar de tudo, nascem obras que muito têm beneficiado a população gulpilharense. As intervenções apresentadas pela autarquia são as seguintes:
Auditório
Capacidade para 280 pessoas, custo total 400 mil euros, com apoio da Câmara Municipal de Gaia (100 mil euros)
Edifício-sede das colectividades
Custo total 300 mil euros e sem apoio da Câmara Municipal.
Complexo Desportivo de Gulpilhares
Campo de futebol, campo de treinos, ginásio de polidesportivos. Custo total 200 mil contos. Apoio da Câmara: 32 500 contos.
Sede do Gulpilhares FC
Obra que permitiu derrubar o abarracado junto ao pavilhão municipal. Custo total: 162 500 euros. Apoio da Câmara: 75 mil euros.
Escola Superior de Saúde
No sentido de valorizar e desenvolver a freguesia, a Junta comprou um terreno e cedeu-o à Cooperativa de Ensino PIAGET - Escola Superior de Saúde, em direito de superfície. Custo: 445 mil euros e sem o apoio da Câmara.
Edifício para a instalação do banco/CTT e Casa da Juventude
Custo: 225 mil euros, investidos pela Junta de Freguesia.
Aquisição do autocarro de 52 lugares
Custo: 170 mil euros, provenientes dos cofres da Junta.
Aquisição de um edifício para demolição
A Junta comprou um edifício na entrada da Rua do Monte, para ser derrubado, com vista a uma melhor circulação viária. O custo global da operação, com compra e arranjos, foi de 45 mil euros, provenientes da Junta de Freguesia.
Modernização do Jardim Dr. Ferreira Alves e beneficiação dos arruamentos envolventes
Custo estimado em 100 mil euros, sem apoio da Câmara Municipal.
Piscinas Municipais
A Junta de Freguesia, em parceria com a Câmara, procurou terreno e dialogou com os proprietários, colaborou com técnicos e foi aprovado um estudo prévio. Cabe à Câmara aplicar a verba de 250 mil euros, já disponível em orçamento, e estabelecer Contrato Programa com o Governo, para que as piscinas municipais prometidas publicamente pelo presidente da Câmara sejam uma realidade.