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Infarmed avisa que contrafacção já atinge áreas da cardiologia e oncologia
O Infarmed avisa que os portugueses “correm sérios riscos” ao utilizar medicamentos falsos, que circulam no mercado. Áreas da cardiologia e das doenças oncológicas não escapam à contrafacção.
A saúde dos portugueses que recorrem a fármacos corre sérios riscos, em virtude da circulação de produtos contrafeitos, que circulam no mercado, avisa o Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e de Produtos de Saúde.
Depois de uma análise, o Infarmed concluiu que 93 por cento de medicamentos falsificados produzem efeitos negativos, relativamente aos fins a que se destinam. Por outro lado, as falsificações dos fármacos são cada vez mais sofisticadas, o que agrava este problema de saúde pública.
A contrafacção atinge já especialidades de saúde como a cardiologia e a oncologia. Já não são apenas os fármacos para controlo de peso e para a impotência sexual que são falsificados.
Na pesquisa do Infarmed, das 85 amostras provenientes de encomendas postais, 79 eram provenientes da China e da Índia e estavam contrafeitos. No entanto, algumas falsificações são feitas na Europa.
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