"Greve da CGTP não tem objectivos concretos", diz UGT
União Geral de Trabalhadores não vai aderir à greve por não ter sido contactada previamente pela CGTP e por considerar que esta manifestação "não tem objectivos concretos".
9 de Maio: Num comunicado enviado para a Imprensa, a União Geral de Trabalhadores afirma que decidiu "não aderir à greve dita geral marcada pela CGTP" porque esta acção de protesto "não tem quaisquer objectivos concretos" e não resulta de um "contacto prévio com a UGT".
Desse modo, o Conselho Geral da União Geral de Trabalhadores, reunido ontem, em Lisboa, decidiu dissociar-se desta acção. No entanto, no mesmo comunicado, a UGT manifesta a sua "especial preocupação com o elevado nível de desemprego".
"Com um trabalhador em situação de desemprego por cada nove trabalhadores por conta de outrem com emprego, com o aumento das dificuldades em obter um novo posto de trabalho traduzido na maior duração do desemprego, o nível muito elevado de precariedade, um em cada três trabalhadores tem vínculo precário", afirma a UGT.
Esta organização manifesta também a sua determinação em "lutar pela liberdade sindical e contra todas as discriminações de que está a ser vítima o movimento sindical democrático, através de tentativas de lhe retirar a credibilidade".
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